Hóspedes de passagem, não clientes habituais
Quem entra num spa de hotel raramente volta: a relação dura o tempo da estadia. Isto muda o objetivo da consultoria, que não é construir um percurso mas fazer escolher bem dentro do tempo e do orçamento disponíveis naquele momento.
A barreira linguística é uma variável concreta. Em unidades com clientela internacional, uma consultoria baseada só na fala exclui uma parte dos hóspedes: apoios visuais e fichas em várias línguas fazem a diferença entre um tratamento vendido e um a que se renuncia.
Há ainda um aspeto próprio destes contextos: a consultoria acontece muitas vezes na receção, com outras pessoas à volta e pouco tempo. As perguntas têm de ser poucas e a proposta imediata, com a possibilidade de aprofundar já na cabina se o hóspede quiser.
O que pesa na escolha do hóspede
O gráfico é qualitativo e indica quanto cada elemento ajuda um hóspede de passagem a escolher um tratamento.
A sequência na receção
Pergunte o tempo disponível
É a restrição principal do hóspede.
Mostre duas opções
Com duração e objetivo declarados.
Use apoios visuais
Ultrapassam a barreira linguística.
Entregue indicações para depois
É a única continuidade possível.
Na unidade
- Prepare apoios visuais nas línguas dos seus hóspedes.
- Proponha duas opções com duração e objetivo declarados.
- Entregue indicações escritas para depois do tratamento.
Declarar a duração é a informação mais útil para um hóspede que está a organizar o dia: muitas desistências não dependem do preço mas da incerteza sobre quanto durará o tratamento.
As indicações escritas para depois são o único elemento de continuidade possível com quem não vai voltar. São também o que o hóspede leva para casa e conta, e nestas unidades o relato é o principal canal de notoriedade.
Da conversa à consultoria guiada
A Saloria leva a consultoria guiada também para spas e hotéis wellness: análise facial, plano do look e protocolo ajudam a enriquecer a experiência do hóspede com uma consultoria de imagem clara e não invasiva.