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Modelo de protocolo Balayage: o que incluir para alinhar a equipe

Um protocolo de balayage serve a quem não esteve na consultoria: tem de permitir executar, não recordar. Tudo o que não sirva a esse fim torna-o mais longo e menos usado.

Keyword alvomodelo de protocolo balayage
Objetivo da páginaInterceptar pesquisa e levar à demonstração

Escrito para quem vai executar, não para o arquivo

O critério de escrita é um só: uma colega que não assistiu à consultoria tem de conseguir executar lendo o documento. Se para perceber for preciso perguntar algo a quem o escreveu, o protocolo falhou o seu objetivo, por mais completo que seja.

No balayage as informações que servem mesmo são poucas e precisas: seccionamento, altura de arranque dos clareamentos, espessura das madeixas, produto e volume, tempo de pose, matização prevista, e o que fazer se a base não subir como previsto. O resto é documentação.

O último campo é o que distingue um protocolo útil de uma lista. Declarar à partida o plano alternativo — onde parar, o que não forçar, quando adiar para a sessão seguinte — evita que a decisão seja tomada sob pressão com o produto já aplicado.

Nota importante: o protocolo descreve um percurso previsto e deve ser atualizado com o que foi efetivamente executado.
Mapa indicativo

As alavancas a cobrir na pesquisa

O gráfico é um modelo qualitativo: ajuda a visualizar onde se situa o tema face a gestão, consultoria, venda e diferenciação.

Alinhamento da equipa88
Controlo de qualidade82
Memória técnica78
Clareza do percurso84

O que incluir e o que não

A tabela distingue os campos que servem à execução dos que alongam o documento sem acrescentar nada.

CampoServePorquê
Seccionamento e espessura das madeixas Sim Determinam o resultado e a repetibilidade
Altura de arranque dos clareamentos Sim Define o arranque e o crescimento
Plano alternativo Sim Evita decisões sob pressão
Descrição estética do efeito Não Não orienta nenhuma ação técnica
Método de conteúdo

O que escrever

01

Seccionamento e espessura

Determinam resultado e repetibilidade.

02

Altura de arranque

Define o arranque e o crescimento.

03

Plano alternativo

Onde parar se a base não subir.

04

Atualize no fim do serviço

Com o que foi mesmo feito.

Como usá-lo

  • Preencha-o durante a consultoria, não depois do serviço.
  • Dê-o a ler a uma colega que não esteve presente: se tiver perguntas, deve ser corrigido.
  • Atualize no fim do serviço com o que foi mesmo feito.

A atualização no fim do serviço é o passo que torna o documento útil na visita seguinte. Um protocolo que descreve apenas o plano, sem registar como a base respondeu, obriga a refazer a avaliação técnica de cada vez.

O teste da colega é também a forma mais rápida de calibrar o nível de detalhe. Se não tiver perguntas o documento está completo; se tiver três, são exatamente os três campos a acrescentar ao modelo, que assim melhora com o uso.

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Quando a consultoria se torna o verdadeiro gargalo

Saloria vincula o protocolo à consulta, para que a equipe veja por que uma direção foi escolhida e não apenas o que precisa ser feito. O produto funciona em um tablet próximo ao cliente: análise facial, plano de look e protocolo técnico.

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Perguntas frequentes

Qual deve ser a extensão?

Uma página. Deve conter seccionamento, altura de arranque, produto e tempos, matização e plano alternativo: o resto não orienta nenhuma ação.

Quem o escreve?

Quem conduz a consultoria, com a cliente sentada. Deve depois ser atualizado no fim do serviço com o que foi mesmo executado.

Como se verifica se funciona?

Dando-o a ler a uma colega que não esteve presente: se conseguir executar sem perguntar nada, o protocolo está completo.