Rapidez acima de tudo
Com serviços curtos e clientes que se sucedem, o tempo para consultar ou atualizar uma ficha é de poucos segundos entre uma passagem e outra. Uma ferramenta que exija mais cliques do que isso é saltada ao terceiro cliente do dia e abandonada dentro da semana.
A utilização mais eficaz é no posto, para retomar o que foi acordado da vez anterior: comprimento nos lados, gestão da barba, produtos. Trinta segundos que tornam o serviço reconhecível e que substituem a pergunta «o que fazemos hoje?».
Há ainda uma utilização menos óbvia na zona de espera: mostrar percursos, tratamentos e frequências recomendadas a quem está à espera é um momento em que o cliente tem tempo e atenção, e não retira minutos ao serviço.
O que determina a adoção
O gráfico é qualitativo e indica quanto cada fator pesa no uso diário num contexto de ritmo alto.
Como usá-lo no ritmo
Meça os segundos
Se abrir uma ficha for lento, não vai ser usado.
Faça o lembrete à chegada
Trinta segundos que tornam o serviço pessoal.
Atualize no fim do serviço
Uma linha, não no fim do dia.
Use a espera
Para mostrar percursos, sem retirar tempo ao serviço.
No posto
- Verifique quantos segundos são precisos para abrir uma ficha: é o critério decisivo.
- Atualize com uma linha no fim do serviço, não no fim do dia.
- Use a espera para mostrar percursos, não o tempo do serviço.
A verificação dos segundos deve ser feita em teste, com a clientela real: uma ferramenta fluida numa demonstração pode exigir passos a mais com vinte clientes num dia, e o resultado é que ninguém a abre.
A zona de espera é o recurso menos aproveitado neste tipo de negócio: o cliente tem tempo, já está num contexto favorável e ninguém lhe está a pedir nada. É o melhor momento para dar a conhecer serviços que nunca experimentou.
Da conversa à consultoria guiada
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