Compra-se um resultado, não um programa
Um programa detalhado com horas e módulos descreve o que vai acontecer na sala e diz pouco sobre o que o aluno saberá fazer depois. Quem avalia um curso, sobretudo se o paga do próprio bolso, procura a segunda informação.
Os elementos que a tornam credível são concretos: o que o aluno produz durante o curso, que competências são avaliadas e como, o que aconteceu aos antigos alunos. São provas verificáveis, diferentes de uma promessa de saídas profissionais.
A estrutura da oferta conta tanto como o conteúdo. Percursos longos assustam quem não conhece a escola; módulos curtos com possibilidade de continuar baixam a barreira de entrada e permitem demonstrar a qualidade antes de pedir um compromisso maior.
Os elementos que tornam um curso credível
O gráfico é qualitativo e indica quanto cada elemento pesa na decisão de se inscrever.
Como apresentar um curso
Parta do resultado
O que o aluno saberá fazer depois.
Mostre os trabalhos produzidos
É a prova mais credível.
Declare como avalia
Critérios, não impressões.
Ofereça um módulo de entrada
Demonstrar em vez de prometer.
Na oferta
- Mostre o que um aluno produz, não o que o programa contém.
- Declare como é avaliada a competência.
- Ofereça um módulo de entrada curto antes do percurso longo.
Os trabalhos produzidos pelos alunos são a prova mais eficaz e a menos usada: mostram o nível real de saída muito melhor do que qualquer descrição, e são credíveis precisamente porque não foram construídos para comunicar.
O módulo curto de entrada funciona como uma consulta: permite a quem avalia verificar a qualidade com um compromisso contido, e à escola demonstrar em vez de prometer.
Da conversa à consultoria guiada
A Saloria leva a consultoria guiada também para beauty academies e escolas de cabeleireiros: análise facial, plano do look e protocolo ajudam a tornar visível aos alunos a passagem entre análise, proposta e protocolo.